O Mundo de Süβchen

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Exposição “O Mundo de Süßchen”
Uma senhora de setenta e três anos, que faz jus ao apelido que lhe foi dado pela mãe: Süβchen (pronuncia-se Siussien), docinho em alemão – abrasileirado para Susi, como é conhecida por todos na cidade. Susi dos cachorros, para muitos.
Dona Susi, Ana de batismo, vive atualmente com seus treze cachorros e dois gatos na casa projetada pelo pai, no estilo suíço, em meio a árvores e um jardim aconchegante e espaçoso. Um lugar incrível, que parece ter parado no tempo, repleto de móveis e objetos que guardam muita história.
Dona Susi vive ali, tranquila e serena, sem sentir falta de tecnologias que para muitos são indispensáveis nos dias de hoje.
Passamos algumas tardes de domingo extremamente agradáveis com Dona Susi e seus cachorros, das quais resultaram fotos carregadas de história e carinho.

Foram 3 dias mágicos. A exposição e apresentação do nosso TCC chegou ao fim e já estamos ficando com saudades.
Foi gratificante ver, ouvir e perceber reações e emoções.
A doce Dona Susi, foi uma surpresa a parte, quis estar presente todos os dias, do início ao fim, abrilhantando ainda mais nossa exposição, com muita disposição, atenção a todos, bom humor e orgulho de apresentar sua casa e contar toda sua história.
Por alí passaram muitas pessoas que se encantaram com a Dona Susi, merecedora da exposição e nossa humilde homenagem a essa doce mulher.
Agora, só nos resta as lembranças desses dias e agradecer a todos os professores, Silvia Barbato, Paulo Pedrazzini, Marcos Zaniboni, Rafael Zoccoler, Rafael Habermann, Otaviano Chignolli, Fernando, Alexandre Rais e também aos nossos amiguinhos de curso que também expuseram brilhantemente seus trabalhos e claro, a nossa inspiradora homenageada,
Dona Susi e Fátima Barbelli que nos apresentou a ela.
De nós, Ivan Ueno e Daniele Barbelli, nosso muito obrigado a todos que compareceram à exposição e nos deixaram muito orgulhosos.
Um grande abraço a todos.

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Kyoto, sweet Kyoto

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Andar pelas ruas históricas de Kyoto é encantador.
Kyoto, a antiga capital do Japão, com seus templos milenares são deslumbrantes.
Foram 3 dias nesta pitoresca cidade, com lugares deslumbrantes, tudo bem cuidado, impecável, apesar da idade milenar.
Cansativo mas plenamente recompensador, apesar da ladeira íngrime de acesso ao templo de Kyomizu, construído no ano 780 DC. Mas a vista lá de cima e o caminho, completamente caracterizado pela arquitetura e pelas centenas de anos é uma grande recompensa.
Não há como deixar de lado e observar o respeito dos japoneses à sua história e passado. Digo isso não somente da população e turistas, mas da parte governamental, que mantém e preserva isso de uma maneira impecável, sem vestígios de abandono ou depredação, bem a cara de uma sociedade que leva a sério o sentido das coisas como devem ser, independente de vaidades ou benefícios próprios.
Bom, isso está se tornando um post político, o qual não é a intensão, mas é um tapa na cara de uma pessoa que vive no Brasil e vê que não existe o menor respeito pelo passado, história e por simplesmente nada.

A viagem a Kyoto, foi um presente do meu amigo e “patrão” japonês Ryo Nogami e também acompanhado de meu amigo-irmão Wilson Harada.

Ciceroneado pelo Nogami, conhecemos alguns belos lugares que ficarão sempre em minha memória, lugares inesquecíveis que transbordam história de um Japão antigo, que ainda se faz presente no Japão moderno.

Ah, só pra constar, essa viagem foi feita em dezembro de 2012.

A Lenda do Corpo Seco

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Alguém conhece a lenda do Corpo Seco do Folclore Brasileiro? Bem, eu não conhecia até então.O tema sobre lendas do folclore(ou mitologia, como queiram) brasileiro, foi sugerido pelo professor de História da Arte do Curso de Fotografia.

Fui convidado a participar de um grupo já formado, no qual o tema escolhido por eles foi sobre a “Lenda do Corpo Seco”.
Aqui vai uma breve história que achei na internet sobre essa lenda:

Lenda do corpo seco

A Lenda do Corpo Seco é considerada também uma assombração. Segundo dizem nosso folclore, foi um homem que morou no município de Monteiro Lobato, que fica na região da Serra da Mantiqueira.

Quando morreu, assassinado, foi enterrado no cemitério da cidade, porém, foi rejeitado pela sepultura e passou a assombrar o local. Por causa disso levaram o corpo para um lugar deserto e, por conselho do padre, colocaram em uma gruta em que a entrada era delimitada por um córrego, pois, a lenda diz que a entidade não atravessa a água. Pedro Vicente que havia sido amigo dele foi quem se encarregou de transportar o corpo, e no qual foi colocado em um balaio e mesmo o homem já estando sem vida, Pedro resolveu levar consigo uma vara de marmelo, pois segundo diziam havia risco do morto se rebelar e, a única forma de se defender era com a vara. E foi o que realmente aconteceu, Corpo seco tentou agarrar o amigo com a intenção de matá-lo, mas Pedro conseguiu defender-se a tempo com a vara.

O povo diz que Corpo seco, geralmente age durante as sextas-feiras à meia noite e aparece na margem dos rios e açudes. Independente de ser no barco ou não, quando dentro do rio, Corpo seco aparece e acaba afundando pequenas embarcações ou a pessoa que o leva em suas costas, matando a vítima por afogamento. Outras pessoas contam que ele fica nas estradas esperando uma vítima, então se aproxima e chupa todo o sangue para que possa continuar vagando na Terra. “

As fotografias foram feitas na Fazenda São Francisco, na cidade de Analândia/SP.

Foi uma tarde de sábado muito prazeirosa e divertida, na companhia do grupo de trabalho

Confira aqui o resultado desse trabalho: http://goo.gl/6fJS9N

Edição/Manipulação: Ivan Ueno
Fotografia: Renato Camozzi/Ivan Ueno
Modelo “assombração”: Paulo Camargo
Maquiagem: Márcia Souza
Produção: Márcia Souza e Aline Poncio